Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Não, não. Não é isso que vocês estão pensando. Perdi minha virgindade há um tempo já. Quando eu digo que foi minha primeira vez… bem, quero dizer ‘outro tipo’ de primeira vez.

Minha primeira vez e meu primeiro orgasmo

minha primeira vez

Ela me olhava de um jeito estranho. Me tocava de um jeito delicado e me encarava com se conhecesse cada pedaço meu. Me sentia atraída por ela. Quando eu chegava na sala de aula, já podia sentir seu perfume. Essência de baunilha. Sim, esse cheiro grudava pelos corredores da faculdade, mas, por incrível que pareça, só eu conseguia senti-lo.

A cada vez que ela me olhava, eu sentia medo. A vontade de olhar de volta era gigantesca. Ela me hipnotizava como ninguém. Até então eu me imaginava como amante de homens. Minha primeira vez com um ex-namorado não foi tão agradável, mas depois se tornou ‘melhor’. Nunca chegou a ser ‘gostoso de verdade‘, mas eu achava que sexo era assim mesmo.

Até conhecer ela.

Parece cocaína, mas era só baunilha

minha primeira vez

Era a minha primeira vez como caloura de universidade. Já quase no fim das aulas, já conseguia ouvir os alunos anunciando, do lado de fora, o famigerado trote. Eu não estava preocupada. Daria qualquer desculpa e pularia fora dele. Até ela entrar em minha sala.

Morena, cabelos longos e cacheados, saia longa e barriga de fora. Eu finalmente entendi Capitu e seus olhos de ressaca. Enquanto os veteranos explicavam o trote, não consegui tirar os olhos dela. Na verdade, não consegui me movimentar.

O aviso foi anunciado: “quem não quiser participar do trote, beleza. Vocês têm uma última chance de sair! Vamos contar até 10! Quem ficar, não vai sair enquanto não cumprir as tarefas”. Minha primeira vez em uma faculdade, em um trote… e eu estava hipnotizada.

A porta se fechou, e ela sorriu para mim

Eu não estava certa do que sentia. Tudo o que eu queria era chegar perto dela, mas não foi possível. Depois de serem dadas as tarefas do trote, ela sumiu no meio da multidão. Um bom tempo depois consegui encontrá-la, mas não sozinha.

Ela tinha namorada. Ok, chegou a hora de me afastar. Até porque eu acreditava que tudo aquilo fora ‘coisa do momento’. Conheci um moço bacana, depois outro e mais outro. Andava pelos corredores da faculdade flertando com todos a quem me interessavam.

Mas bastava ela aparecer, e tudo mudava

Ela mexia comigo, e sabia disso. E sua namorada também. Um dia ela me encontrou no banheiro e me disse: “eu sei que você não tem culpa, e sei também que Sofia está mexendo com você. Só peço para que tome cuidado. Gosto de falar que ela se parece com uma sereia: te seduz, te usa, e depois te joga fora. Foi assim com a anterior dela, comigo e, muito provavelmente, com você”.

Antes que eu pudesse responder qualquer coisa, ela me deu as costas e saiu andando. Antes mesmo de me recompor, ela colocou a cabeça para dentro do banheiro de novo e disse, sorrindo: “mas se você quiser só se descobrir, ela é, sem a menor dúvida, o melhor caminho!”.

“Me descobrir? Como ela sabia que eu estava confusa? Pera. Sofia é o nome dela! Agora finalmente sei como chamá-la”. E logo depois dessa conversa comecei a reparar que Sofia passou a andar sozinha pelos corredores. E foi assim pelo restante do semestre. De minha sala podia sentir o seu cheiro me chamando. Eu saía para fora e lá estava ela, conversando, sorrindo, brincando e… olhando para o fundo de meus olhos.

O outro trote

minha primeira vez

Já não era mais minha primeira vez em um evento desses. Aliás, dessa vez eu estava lá como veterana. Assim como Sofia. Estava ansiosa por me encontrar com ela na sala dos calouros, mas pude admirá-la somente de longe. Meu coração palpitava a cada vez que ela olhava para mim. Minhas mãos suavam. Mas mantive meus olhos nos dela.

Já na quadra da faculdade, estávamos pintando todos os calouros, e, num piscar de olhos, todos nós, veteranos, também estávamos repletos de tinta. Parecia até comercial de gente que acabou de passar no vestibular. Faltou só a chuva, mas aí seria forçação de barra demais, né.

Procurei por Sofia a todo instante que estava por lá, mas sem sucesso. Ela sumiu, assim como minha vontade de permanecer lá. Subi para o prédio do curso, já que havia deixado minha mochila na sala dos calouros. O prédio estava vazio. Os professores já tinham desistido de continuar com as aulas. Era um silêncio praticamente ensurdecedor.

Ela

minha primeira vez

Mas só tinha um detalhe: o corredor tinha aquele cheiro hipnotizante de Sofia. Imaginei que já estava fantasiando coisas e entrei na sala. Quando ergui meus olhos, lá estava ela, sentada na carteira onde minha mochila estava. Não foi preciso falar nada.

Quando dei por mim, já estávamos nos beijando. Sua língua quente em minha, seus seios nos meus. Suas mãos delicadas em meus cabelos, nuca e, depois, por debaixo de minha blusa. Senti um arrepio matador. Ela me sentou na mesa e começou a tirar minha blusa, meu sutiã. Quando consegui voltar a raciocinar, tudo o que queria era sentir o corpo dela no meu.

Já estávamos completamente nuas quando ela começou a descer. Beijou meus seios, minha barriga e o canto interno de minhas coxas. Com as mãos apertando meus mamilos, ela começou a me chupar enquanto me olhava com aqueles olhos. Não consegui tirar os meus dos dela nem por um segundo. Com minhas pernas em seus ombros, ela dançava com sua língua pelo meu clitóris em perfeita sincronia. Estávamos tão conectadas que ela parecia saber tudo o que eu queria, e como eu queria.

Minha primeira vez com Sofia

minha primeira vez

Eu queria que ela pudesse sentir o que eu estava sentindo. Subi a cabeça dela até minha boca e comecei a beijá-la, enquanto dizia que eu precisava fazê-la gozar também. Ela me puxou até a carteira ao lado da minha, colocou uma das pernas na cadeira mais próxima e sussurrou em meu ouvido: tudo o que você quiser aprender, eu te ensino. Sem pressa…

Minha primeira vez com Sofia me fez ver tudo aquilo que eu estava perdendo. Homens eram ok, mas só ela sabia, direitinho, como me dar prazer. E eu, aos poucos, fomos aprendendo uma com a outra. É claro que eu mais que ela.

Sofia foi a responsável pelo meu primeiro orgasmo, em uma tarde de terça-feira, com nossos corpos cobertos de tinta. Eu saí de lá feito um arco-íris, mesmo sabendo que não a teria para mim novamente. Se ela era minha sereia, eu era a pescadora que provou de seu prazer apenas uma vez na vida.

E agora eu busco por outras sereias, outras Sofias.

Imagens: Phazed

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