Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Para ser mais exata, ocupam apenas 12% dos cargos de liderança. Uma pesquisa mostrou que o Brasil está entre os países com menos mulheres em posições de liderança, sendo que elas demoram 10 anos a mais que os homens para subir na carreira. Enquanto eles chegam a chefia entre os 41 e 50 anos, elas chegam entre os 51 e 60 anos. Ou seja, se você espera que 30 ou 40 seja a idade do sucesso, melhor somar alguns anos a essa estimativa.

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Sim, a desigualdade de gênero cria obstáculos para as mulheres no mercado de trabalho. Felizmente, eles podem ser derrubados por meio de iniciativas eficazes, mas para isso é necessário “colocar o bode na sala”, ou seja, precisamos falar sobre isso!

Desigualdade de gênero

Atualmente as mulheres recebem 74,5% do salário dos homens ocupando os mesmos cargos. E, no ritmo que estamos seguindo, vai demorar cem anos para a desigualdade salarial desaparecer completamente, segundo o Fórum Econômico Mundial. Ou seja, apenas as filhas das nossas filhas terão uma perspectiva mais igualitária em relação ao futuro profissional delas.

Por isso, é essencial que mulheres ocupem espaço nos cargos de liderança. A Coca-Cola Brasil, por exemplo, tem como como meta coletiva ter 50% de mulheres nos cargos de liderança até 2020 (e não 2120, amém!).

E para quem acha que a igualdade só beneficiaria as mulheres, uma participação feminina no mercado de trabalho injetaria 382 bilhões de reais na economia.

Licença maternidade

Conciliar papéis é algo atribuído à mulher naturalmente, ela não foi perguntada sobre isso ou assinou um contrato para afirmar que aceitava o cargo (ou carga). “Ser mãe” e “ter uma carreira de sucesso” são termos raramente utilizados na mesma frase.

E, já que estamos falando em números, a pesquisa Mulher Empreendedora da Robert Half mostrou que em 85% das empresas brasileiras, metade das profissionais deixa o emprego após o nascimento do primeiro filho. Ou seja, é preciso transformar o ambiente corporativo para que ele seja convidativo para as mulheres.

Mais um bom exemplo, na área de recursos humanos da Coca-Cola Brasil existem as opções das mulheres adotarem horários flexíveis e home office.

Como fazer parte da mudança?

Na prática, a construção de um cenário mais igualitário e justo para as mulheres pode depender de ações simples; como incentivar mais mulheres a se candidatarem às vagas abertas nas empresas, avaliar uma candidata apenas pelas suas competências profissionais e até mesmo garantir que em qualquer processo seletivo tenha, pelo menos, metade dos candidatos e entrevistadores do sexo feminino (que é como a Coca-Cola Brasil faz para garantir a diversidade da equipe nas tomadas de decisão).

Quando as mulheres avançam ninguém fica pra trás!

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Thais Vojvodic

Ter cada vez mais mulheres na liderança e em papéis de destaque só mostra o quanto isso pode ser benéfico para todos. Um exemplo disso é o prêmio que a Thais Vojvodic, Gerente de Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil, recebeu no Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira. Ela foi reconhecida como profissional do ano no setor de embalagens pela contribuição na mudança da forma do setor dialogar.

Importante ressaltar que esse reconhecimento se deu pela visibilidade do seu trabalho e competência, mesmo vivendo em uma realidade corporativa em que é muito comum CEOs, presidentes e diretores receberem este tipo de recompensa.

Assim seguimos… Juntas!

Ainda temos muitos desafios pela frente, mas acredite no poder do diálogo! Muitas empresas estão abertas para dialogar sobre igualdade de gênero e abrindo espaços acolhedores para isso, cabe a nós estimularmos essa mudança também! Procure na sua empresa a pessoa ideal para falar sobre isso, seja sua (seu) chefe ou alguém do RH, mas faça acontecer!

Assinatura-Coca

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