Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Dinheiro parece aquele crush inalcançável: a gente quer, deseja e até sonha com o dito cujo, mas se ele realmente desse bola, a gente não saberia o que fazer com ele (ou talvez saberia, mas você pegou a referência né?). Se você tem o costume de usar a palavra “Vixe” toda vez que a fatura do seu cartão chega ou se a sua conta tá mais vermelha que um filme do Tarantino, chegou a hora de aprender três palavrinhas mágicas: controle financeiro pessoal.

Mas o que é controle financeiro pessoal? Onde vive, do que se alimenta?

É basicamente um registro de tudo o que acontece com o seu dinheiro. Tudo que entra (receitas) e tudo que sai (despesas).

O objetivo do controle financeiro pessoal não é só ter essas duas informações, mas a partir delas, entender para onde seu dinheiro vai todo mês e evitar gastos desnecessários.

Informação é poder, e ter controle do seu orçamento é a forma mais saudável de lidar com sua renda e conquistar seus objetivos sem grandes sacrifícios.

Legal, mas por onde eu começo?

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A parte mais difícil não é fazer o controle financeiro pessoal em si, mas mudar o padrão de pensamento de que você não sabe lidar com seu próprio dinheiro.

Então antes de tudo: tome posse dele! Ele é seu, por isso você pode gostar dele sim, até amar (não estou falando aqui para ser uma pessoa gananciosa ou superficial). Mas não vivemos de luz, e enquanto habitarmos em um mundo monetário, vamos precisar do dinheiro para bancar nossa vida e nossos sonhos. É uma relação de longo prazo, então por que não investir nela?

Intenso né? Então reflita sobre isso enquanto pega um café e venha ler essas dicas:

1. Parece clichê, mas a mudança começa por dentro

Já adianto que ter clicado nesse texto já foi um bom começo, então parabéns! Você sabe que algo precisa mudar e não vai ser só uma planilha de Excel que vai fazer o trabalho, você precisa dar esse primeiro passo. E o passo é bem mais subjetivo do que literal.

Ele começa com sua mudança de comportamento em relação ao dinheiro. Olhe nos olhos dele e diga que quem manda aqui é você!

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2. Anote tudo (sim, tudo!)

Talvez a sua maior dificuldade seja entender que gasta mais do que ganha (ou quase isso). E não é preciso ter conhecimentos avançados em finanças para saber que no final do mês essa conta não fecha.

Por isso, respire fundo e coloque no papel, planilha ou app, os seus gastos do mês, mas não esconda nada, hein? Dessa forma você consegue entender melhor pra onde está indo o seu dinheiro e onde você pode diminuir ou cortar por completo.

Isso vale para tudo, principalmente o cafézinho da tarde e o chocolatinho depois do almoço! No controle financeiro pessoal não existe muito ou pouco dinheiro, existe o quanto você está gastando e ponto.

3. Vire a louca da planilha e apps financeiros

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Não existe a ferramenta perfeita, existe a que se encaixa melhor para a sua realidade e rotina, e você só vai saber isso testando. O importante é anotar tudo (como disse acima) e quanto mais detalhe, melhor.

Você pode começar pelo clássico papel e caneta, usar uma planilha eletrônica (eu uso a do Google Drive para ter acesso de onde estiver) ou um aplicativo financeiro, muitos já pegam informações da sua conta corrente automaticamente para facilitar a inclusão de informações. Você pode baixar um formulário de diagnóstico financeiro aqui!

O importante aqui é que eles não se alimentam sozinhos, então você vai ter que separar alguns minutos do seu dia ou semana para atualizá-los e se familiarizar com o que está acontecendo na sua conta.

4. Dívidas: melhor evitar a fadiga

A pedra no sapato de qualquer controle financeiro pessoal, afinal de contas, os juros das dívidas estão rasgando o seu dinheiro. Quitar dívidas deve ser sua prioridade, recebeu o salário? Já separe uma parte para quitá-las.

Liste o que você deve e para quem (inclusive pro banco), depois some tudo (inclusive os juros) e renegocie de forma que você consiga continuar vivendo.

Dica: o ideal é que o pagamento dessa dívida comprometa apenas 30% da sua renda mensal para não pesar tanto no seu orçamento, uma vez que você ainda possui outros gastos como aluguel, água, luz etc. Você começa a organizar suas contas sem ter que “viver apenas para pagar boletos”.

5. Repita comigo: cartão de crédito é plástico e não dinheiro

O problema do cartão de crédito é que ele dá uma falsa sensação de que você tem dinheiro – afinal, se você comprar algo agora, você paga só no mês seguinte. Doce ilusão… tão certo quanto louça suja na pia é a fatura que vai chegar na sua porta todo mês.

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Por isso, você precisa pensar na forma como usa o seu cartão da mesma maneira que pensa nos seus gastos diários. Se você sente que não tem controle sobre o uso dele, é melhor evitá-lo por um tempo ou deixá-lo guardado para emergências.

Na dúvida, pague tudo no débito ou no dinheiro (é comum as pessoas darem descontos nesses casos), ainda mais quando falamos de gastos do dia a dia, como almoços ou uma compra na farmácia.

6. Não, não é só uma blusinha

Fuja das compras por impulso! Nunca é só uma blusinha, só um jantar, só um mimo, é um gasto que vai sair da sua conta e entrar na planilha. Cada compra precisa ser feita de forma consciente, por isso, se planeje, se planeje, (pelo amor) se planeje!

O planejamento e o controle financeiro pessoal andam juntos, grudados, de mãos dadas. Por isso, defina o quanto pode gastar em cada setor da sua vida, para que algo possa sobrar no final do mês e você ver aquela luz no fim do túnel.

Dica: A regra 50-30-20 dá um norte na hora de planejar como distribuir sua renda mensal:

  • 50% da renda com custos fixos (água, luz, celular, aluguel, etc.);
  • 30% para investimentos (seus objetivos); e
  • 20% para lazer/estilo de vida (cinema, restaurante, roupas, etc).

7. Sobrou? Boa! Agora use do jeito certo

Agora que você já consegue gastar menos do que ganha e ainda sobra uma parte da sua renda, chegou o momento de subir um nível no controle financeiro pessoal e pensar em como investir o seu dinheiro.

E antes que você pense que isso não é pra você, pense de novo! Investir é importante por diversos motivos, mas o principal é ter autonomia para realizar aqueles sonhos guardados na gaveta: seja fazer uma viagem ou abrir o próprio negócio.

Se você não sabe como fazer isso, conheça o “Nós, Mulheres Investidoras”!

Para tornar nossa relação com o dinheiro mais leve, a Easynvest criou uma comunidade para unir todas as mulheres que procuram por maior liberdade financeira, mais informação e muito protagonismo. Para entrar no “Nós, Mulheres Investidoras” e começar essa jornada juntas para desvendarmos o mundo dos investimentos, clique aqui e faça seu cadastro! Desperte a investidora que tem dentro de você!

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