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Estive pensando sobre o que precisamos falar, escrever e compartilhar com as pessoas. Cheguei à conclusão de que precisamos falar sobre o amor e todos os valores que estão sendo omitidos atualmente.

Quais valores estamos aprendendo?

Cresci em uma igreja evangélica e sempre me senti incomodada com o fato das igrejas pregarem mais culpa, vergonha e pecado que o amor.

Eu queria ir à igreja e ouvi-los ensinando sobre o caráter de Cristo, sobre como ele ensinava perdoar, não julgar, sobre como ele pregava e vivia o amor, a paz, o perdão e o desprendimento.

Eu desejava saber como era Cristo, seus ideais e ensinamentos. Queria conhecê-lo, saber o que dizia, o que ensinava, como vivia. Eu queria conhecer os valores d’Ele. Ensinavam que deveríamos ser imitadores de Cristo, mas raramente mostravam os aspectos que deveríamos imitar.

Eu sentia que era disso que as pessoas precisavam. Todos viviam assustados, amedrontados, temerosos com o inferno, mas ninguém ensinava a viver e ver o céu por aqui mesmo.

Quantas vezes fui a igreja esperando algo que me trouxesse paz, refrigério e me ensinasse a ser uma pessoa melhor, mas as pregações eram quase sempre correções, gritos e advertências.

E por todo lado eu sentia que funcionava da mesma forma, os pais, os professores, as leis, as empresas… todos ensinavam o que não deveríamos fazer, mas raramente ensinavam o que era bonito, nobre, valoroso.

Todos partiam do pressuposto de que nós já sabemos o que é certo e o que é errado, mas como poderíamos sabemos se o mundo está tão confuso?

Como saber o que é bondade se nossos líderes criam guerras por poder, riquezas e petróleo?

Como saber o que é equidade se nossos governantes desviam recursos públicos e não se importam com aqueles que vivem na miséria, passam fome e não tem acesso ao mínimo?

Como saber o que é compaixão se elegemos pessoas que defendem morte, violência e intolerância? Como acreditar que Deus é bom se fazem atrocidades em nome d’Ele?  

Como acreditar no amor, no perdão, na bondade se os noticiários divulgam mais a violência, o crime e a corrupção que a honestidade, o trabalho digno e o respeito?

A vida pode ser bonita, tenha fé!

Eu acredito que uma vida melhor e mais bonita se constrói por intermédio do amor. Acredito que existem mais pessoas de corações bons no mundo e desejo que falemos mais delas do que da maldade.

Precisamos conhecer os bons exemplos, divulgar as boas ações desinteressadas, falar mais de carinho, coragem, superação, altruísmo, empatia e menos de mágoa, dor, vingança, violência e doenças.

Não se deixe influenciar, seja melhor!

Até as músicas que ouvimos nos ensinam sentimentos que nos tornam pequenos e no fundo fazem mais mal que bem.

  • Ensinam a usar as pessoas para encobrir os próprios vazios e solidão.
  • Ensinam a vingar uma traição em vez de perdoar e seguir a vida em frente.
  • Ensinam a beber excessivamente – maltratando seu corpo – pra superar um relacionamento ou decepção.

A cultura do status nos ensina ferir nossos corpos e mentes com vícios, compulsões, cirurgias e hábitos noviços para sermos bonitos, aceitos e termos poder.

Mas é isso que nossa alma precisa?

Quase tudo gira em torno do poder. Jung dizia que o oposto do amor não é o ódio, é o poder:

“Onde o amor impera não há desejo de poder. E onde o poder predomina há falta de amor. Um é a sombra do outro.”

Carl Jung

O amor é a solução!

Vejo o mundo tão agitado e as pessoas dizendo que o amor está esfriando nos corações. E sinto mais que nunca a necessidade de relembrar às pessoas que a vida pode ser leve, que não precisamos viver estressados, assustados e nos protegendo de males que inventaram pra nos manipular.

Precisamos viver o amor em todas as esferas. Cultivando-o dentro de nós, nos nossos relacionamentos com os outros e através do respeito a vida.

O amor precisa ser vivido, compartilhado e disseminado.

Vamos compartilhar essa ideia?

Imagem: Unsplash

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