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Hoje, como todos os dias, eu acordei antes das 7h. E como todos os dias, olhei o celular e pensei sobre o que tinha pra fazer. E também pensei em você. Porque isso acontece todos os dias também. Não sei se deveria ser assim – às vezes, acho que não -, mas é o que acontece.

É que você tem muitas qualidades, me faz bem. Depois de um tempo, a gente começa a pensar mesmo, em vários momentos, sobre várias coisas.

Recentemente, e também cada vez mais, eu tenho pensado sobre o outro lado. Sim. Porque, na vida, tudo tem dois lados e ninguém é perfeito. A gente vai gostando mais, mas também conhece mais e, por isso, enxerga mais também. E que bom que eu ainda consigo enxergar!

E hoje, depois de pensar sobre todas as qualidades e o tal “outro lado”, cheguei a uma conclusão: você é bunda mole.

Na verdade, você é muito legal, divertido, atencioso; é bonito também – pelo menos, eu acho. Esse é “um lado”. Mas tem momentos em que você é bunda mole. Infelizmente. E esse é seu “outro lado”.

bunda mole - 1

Vou te explicar quando você foi bunda mole. Olha só:

  • Me apresentar pro filho, amigos, família, etc, como uma “amiga do trabalho”: Então, isso faz de você um bunda mole. Eu não chamo e nem sou “amiga do trabalho”;
  • Se esconder do mundo, não me deixar saber onde ou com quem você mora, fugir de redes sociais e não querer ser visto em público, também. Bunda mole.
  • Querer esclarecimentos, mas sem oferecer isso em troca, é coisa de bunda mole.
  • Se gabar de estar livre, de não cobrar nem querer ser cobrado, mas amarrar a cara quando percebe que não é o único do mundo. Nossa! Muito de bunda mole!
  • Se sentir ameaçado pelo meu passado, pelo meu presente e, mesmo assim, não agir em prol de um futuro; preciso repetir que é coisa de bunda mole?
  • Querer justificar o injustificável, explicar o que não tem explicação, só pra mostrar que tem razão e fundamento no que você alega… Sim! Adivinhou! Bunda mole.
  • Dizer que tem medo de se envolver, de sofrer, de me magoar, que saiu recentemente de um relacionamento difícil, que é muito cedo, e um sem fim de histórias: coisa de bunda mole.

Enfim, existem infinitas descrições ou exemplos de como ser um bunda mole. E você, eventualmente, se encaixa em mais de uma.

A verdade é que a é bunda mole, mas o pau é duro – e essa característica pertence ao seu “um lado”. E sim, tenho que admitir minha parcela de culpa nisso. Por causa do pau duro, muitas vezes, me deixo levar, sou conivente com a situação, aceito, me submeto. Nessas horas, eu sei que sou bunda mole também.

Mas como “endurecer uma bunda”, sentados em cima dela, né? Como enrijecer esses posteriores, com esse nosso sedentarismo amoroso?

Confesso que, se você quiser, estou disposta a treinar nossos “glúteos flácidos” e, assim, fortalecer esse “músculo” – já que o outro está em dia e, sim, eu valorizo isso também!

Mas tem que ser disciplinado, se dedicar um pouquinho por dia.  Eu sei que não é fácil, mas se ninguém desistir facilmente e abandonar essa preguiça compartilhada, a malhação tem tudo pra dar ótimos resultados pra nós dois.

E se você não quiser, tudo bem. É só falar, papo reto. De verdade, mesmo.

Vou tonificar meus glúteos com alguém “bunda dura” por aí, ou com quem queira endurecer mais que só o próprio pau comigo.

Bora treinar?

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Imagem: Pinterest

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