Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

– Não, não é não. Mediante a situação nós precisamos conversar. – Olhei um pouco surpresa para ele.

– Precisamos? – Me fiz de boba enquanto colocava a bandeja na frente dele e parava, encarando seus olhos azuis. Coloquei minhas mãos na cintura enquanto ele colocava os pés sobre a mesa e continuava com os braços cruzados sobre o peito. Ele sabia que tudo aquilo ali fazia parte do meu jogo.

– Você sabe que sim. – Torci os lábios, não iria ceder tão fácil.

– Vou pegar a minha comida então. – E foi o que eu fiz. Lancei uma expressão de “isso vai ser tenso” para Andie enquanto ela cruzava por mim, indo em direção ao corredor, se virando rapidamente para fazer uma espécie de garras com as mãos e uma expressão que nós duas havíamos apelidados de “ataque”.

Coloquei a bandeja na mesa de Sebastian logo antes de me sentar sobre ela. Levantei a tampa de prata e já ia pegar o sanduíche para dar uma generosa mordida quando ele estendeu o dedo, fazendo um sinal que indicava perfeitamente que era para eu parar de comer e me virar de frente para ele. Fiz o que ele mandou e me surpreendi quando ele afastou as duas bandejas para a borda da mesa, pegou suas duas mãos, envolveu minhas coxas, me pegando pela bunda e me puxando para ficar de frente para ele. Ao terminar o movimento ele se levantou e me beijou. Foi um beijo forte, intenso que chegava a ser violento. Suas mãos corriam pelos meus cabelos, se prendendo principalmente em minha nuca. Era como se não nos beijássemos há séculos e eu estava adorando aquilo. Estava sentindo tanta falta dele, quanto ele de mim.

Mas eu não queria terminar assim.

– Sebastian…  – Me afastei dele, o empurrando, ele caiu sobre a enorme cadeira preta. Os braços em seu descanso. Ele me olhou, ainda havia desejo ali, mas com um pouco de tensão. Ele não esperava que eu o parasse.

– Precisamos conversar, não é mesmo? – Ele se lembrou e passou suas enormes mãos sobre o rosto, coçando-o, demonstrando tensão, demonstrando que não estava pronto para uma conversa séria.

– Sim. – Eu disse, abrindo a bandeja novamente e pegando uma batata frita e colocando na boca, enquanto o olhava de frente. Sebastian parecia examinar meu rosto, colocou o cotovelo no descanso da cadeira e os dedos no queixo, acariciando a região como se estivesse pensativo, e ele estava. Eu só não sabia o que ele pensava.

– Abra as pernas, por favor. – Seu tom de voz foi polido, educadíssimo. Mas ele estava me dando uma ordem. Eu via na dureza de seus olhos, na frieza que aquelas orbes azuis me passavam. Olhei minhas pernas, vestia uma saia naquele dia, uma saia lápis linda.

Pensei em desobedecer, mas temi o que pudesse me acontecer.

Abri as pernas.

Ele friamente mirou o que havia entre elas. Minha calcinha.
Sua outra mão livre foi em direção a ela, logo seus dedos começaram a massagear por cima do tecido. Segurei minha boca para não gemer, mesmo depois de um primeiro som ter ecoado pelo cômodo.

– Cansei dessa palhaçada, Solveig. – Ele raramente me chamava pelo nome. Aquilo fez com que eu me sentisse ao mesmo tempo estranha e maravilhosa. – Cansei de te provocar, cansei de fingir, cansei de ficar longe de você. – Ele dizia isso aumentando a velocidade das carícias.

– Eu preciso de você, Solveig. – Seus olhos, neles eu podia ver que ele não dizia nada além da verdade, nada além do que realmente ocorria. Ele não suportava mais, eu conseguia ver aqueles olhos claros refletirem toda a saudade, todos os pensamentos que atormentavam sua mente. Seus lábios, neles eu via os desejos, a vontade de tomar meu corpo para si. E num piscar de olhos senti sua mão afastar minha calcinha, vi seu rosto afundar em minha saia e seus lábios explorarem cada pequeno pedaço da minha intimidade. Sua língua macia girava ao redor do meu clitóris e eu parei de tentar segurar, comecei a gemer baixo, meus dedos correram para os sempre ajeitados fios castanhos do cabelo de Sebastian.

Eu me entreguei pra ele. Me entreguei pro corpo dele.

O barulho da porta abrindo fez com que meu corpo inteiro estremecesse e eu olhasse para trás num rompante assustado, Sebastian não saiu de seu lugar no meio das minhas pernas, eu tentava mesclar minha estupefação com o mais intenso prazer que eu sentia. E ali eu via uma Lavinia surpresa e completamente irritada.”


Sebastian é um livro hot, como vários outros, porém ele tem um diferencial. Ele se passa na misteriosa Romênia.

Lá, onde a personagem principal Solveig (A.K.A. Sol) tem parentes. E após terminar o Ensino Médio ela decide passar um tempo em Bucareste, na casa de suas tias, porém um incêndio acaba as matando e cruelmente destruindo os planos de Sol, ou quase, é quando o primo dela, o maravilhoso CEO Sebastian, resolve chamá-la para passar o mesmo período no apartamento dele.

É aí que tudo acontece em Sebastian!

sebastian

Para quem me acompanha aqui no site sabe que eu posto contos eróticos e esse foi o primeiro livro do gênero que eu escrevi.

Assim que eu postei nas plataformas virtuais eu recebi milhares de compras e estive nos mais vendidos das lojas: Amazon, Google Play e Kobo.

Foi após a FLIP desse ano que eu fui convidada pela Editora Oficina Raquel para publicá-lo no formato físico e a boa notícia (pra mim, no caso) é que ele está quase esgotando (pelo menos na Amazon).

Sebastian foi o livro responsável pela minha libertação sexual. Eu o escrevi  com apenas 16 anos. Tive uma criação que, como a criação de qualquer outra garota, foi uma criação que me poliu muito sexualmente. Isso acontece também com Sol durante algumas passagens do livro ao lembrar de sua relação com sua família, amigos e sua sexualidade quando ela morava no Brasil.

Sol também é uma garota jovem, tendo apenas 18 anos. E parte da descoberta dela como ser com sexualidade é na Romênia, com Sebastian!

Sebastian, apesar de ter um público de todas as idades (maiores de 18 anos, claro), é um livro que une mulheres tanto jovens, quanto adultas, em seus problemas, opiniões e questionamentos.

Aqui vai alguns trechos de resenhas do livro:

“O enredo é formado pelos altos e baixos da emoção dos protagonistas, fazendo com que em nenhum momento a leitura se torne cansativa e entediante. Por outro lado, acaba tornando tudo parcialmente previsível e sem o fator surpresa. Vale lembrar que essa não é uma história para crianças, já que o livro é recheado de erotismo.

Levando em consideração que esse é o romance de estreia da autora (e que estreia!), é de se esperar que toda a escrita e linguagem utilizada na obra seja simples e fácil de entender. Porém, diferentemente de outros livros assim, Sebastian traz uma sensação de comodidade e conforto a quem lê. “

(Lucas Kolombeski do blog Aliens da Leitura)

“O enredo, apesar de ser previsível, não desaponta. É cheio daqueles clichês que eu adoro, mas que a maioria das pessoas detestam e mesmo assim o livro não deixa de ser original. Há também muitas referências musicais e cinematográficas, o que conta mais um ponto positivo. Posso afirmar que a autora tem um talento nato que deve ser explorado e tem tudo para melhorar a cada dia. Não vejo a hora de ler outras obras da Bella Prudencio e acompanhar o seu crescimento como escritora.”

(Ana Clara do blog Roendo Livros)

“E não é só isso! afinal Solveig é uma garota um tanto quanto tímida mas muito atrevidinha e Sebastian gosta de provocar de volta. então, é um pouco esperado que esses dois vão ter muitas cenas que digamos… ser interessantes!”

(Sarah Lynn do instagram @hoysarahlynn)

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Imagem: Divulgação

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