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Você come compulsivamente sem motivo, morre de medo dos seus amigos te deixarem para trás e percebe que o seu humor muda a cada cinco segundos. Por mais que seja normal as pessoas variarem de ânimo durante o dia, alguns desses comportamentos podem ser sinais de uma síndrome bastante limitante. Você sabe qual? Clique na imagem abaixo para descobrir:

Entendendo a síndrome de borderline

Também chamado de Transtorno de Personalidade Limítrofe, essa é uma doença mental grave e altamente limitante, que não tem uma causa determinada – ela pode ser desenvolvida por conta de um trauma, por uma predisposição genética ou outras influências ambientais. É uma síndrome que afeta diretamente as relações interpessoais do paciente – ou seja, o medo do abandono, a impulsividade e a instabilidade emocional dificultam o relacionamento entre as pessoas.

Os borders, como são chamados os que sofrem da síndrome de borderline, vivem relações muito intensas e com uma tendência à agressividade, principalmente porque têm uma tolerância menor a situações desagradáveis – eles são mais explosivos e não lidam bem com problemas, críticas ou qualquer tipo de ‘climão’.

Alguns sintomas da síndrome de borderline:

  1. Alterações de humor: a pessoa vai da euforia à tristeza profunda num mesmo dia;
  2. Sentimentos constantes de raiva, desespero e pânico;
  3. Irritabilidade que pode provocar a agressividade;
  4. Impulsividade: o border gasta dinheiro sem controle algum, come compulsivamente, tende ao vício (como jogos e drogas) e pode também ir contra leis e regulamentos pela adrenalina;
  5. Autoestima baixa;
  6. Sensação de solidão frequente.

É óbvio que só apresentar esses sintomas não é o suficiente para fazer o diagnóstico dessa síndrome. É preciso uma avaliação profissional, de um psicólogo ou psiquiatra. Ainda assim, é importante prestar atenção aos sinais, principalmente porque pessoas com essa doença costumam ser muito dependentes dos outros para terem uma sensação minimamente estável.

O tratamento e a convivência

síndrome de borderline

Quem sofre da síndrome de borderline precisa, antes de tudo, de ajuda profissional para cuidar da questão. O tratamento comumente feito com medicamentos antidepressivos, estabilizadores de humor e calmantes indicados por um médico psiquiatra. Fora isso, o acompanhamento terapêutico é necessário para ajudar o paciente a lidar com as sensações negativas que vive diariamente.

Esse tratamento precisa ser combinado com um ambiente de convivência estável – isto é, relações familiares que não sejam destrutivas ou muito estimulantes. Acima de tudo, a paciência é importantíssima, afinal, a instabilidade emocional dessa pessoa não é algo que ela consegue controlar, mas um distúrbio da mente que afeta as suas relações sociais. Por isso, é até aconselhável que as pessoas que convivem diretamente com quem sofre dessa síndrome também façam um acompanhamento psicológico, para garantir que estão também desenvolvendo uma inteligência emocional e que estarão aptas a apoiar o paciente, ao invés de alimentar as suas sensações ruins.

Foto: StockSnap


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