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Não sou uma pessoa falsa, mas gosto de fantasiar de vez em quando. Quem me conhece sabe que eu tenho o hábito de viver em um mundo cor de rosa. Eu posso não me identificar com ficção, mas assumo o meu lado criativo. E esse meu lado usa a criatividade para amenizar os meus defeitos (leia mais aqui). Todos nós carregamos falhas, e é isso que nos torna tão diferentes um dos outros. Então porque será que nos cobramos tanto?

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Levei um tempo para aprender a respeitar os meus próprios defeitos. Eu falo muito e alto. Eu sou ansiosa e desconto na comida. Eu me cobro demais e surto. Eu sou ingênua e continuo acreditando. Enfim, defeitos básicos – iguais aos de todo mundo. Acontece que, por muito tempo, tratei as minhas falhas como a pior parte de mim. E por muito tempo desmereci as minhas qualidades. Ingenuamente me diminuí. Se foi insegurança? Talvez. Mas. com certeza, o ato de me subestimar não foi ficção.

O erro não foi o tempo em que levei para reconhecer tudo isso. Com certeza, existem lições em que levaremos uma vida e meia para compreender. O problema foi eu tentar, inutilmente, separar os meus defeitos das minhas qualidades. Eu, assim como você, sou um ser único e em processo de aprendizado.

E, agora, percebo que não é possível separar e classificar a minha essência e quem eu realmente sou. Falo alto, sou ansiosa e ingênua sim. Mas também sou muito mais do que isso. Somos todos mais do que nos permitimos ser – estamos além dos nossos defeitos e qualidades.

Então, eu realmente não confio em pessoas que falam que o maior defeito é o perfeccionismo. Fala sério, a gente fala isso em entrevista de emprego (leia mais aqui). As minhas falhas são pesadas mesmo. Eu me machuco volta e sempre. E ainda não aprendi a me valorizar. Vez ou outra, ainda acredito nas pessoas erradas e dou mais de mim do que deveria. E se demorei muito tempo para perceber que o peso dos meus defeitos é totalmente proporcional ao peso das minhas qualidades, foi puro medo de beirar a arrogância.

Somente agora eu consigo perceber que valorizar o meu melhor lado não me torna uma pessoa arrogante, mas sim alguém confiante. Aprendi, aos trancos e barrancos, a confiar em mim mesma e aprender tanto com os meus defeitos quanto com as minhas qualidades. Demorei, mas finalmente compreendi que quando eu faço uma escolha, estou consultando a minha alma e tudo o que ela guarda. Ou seja, eu tomo decisões baseadas no que eu sou. E o que somos todos se não seres imperfeitos que gostam de fantasiar?

Imagem: Pinterest

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