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Que boca, boca, boca… Aqueles lábios. Que boca ela tem! Caralho. Por que assim longe da minha? Nossa, como estou romântico, shakespeariano… Grande otário. Enfim… Que boca! Desenhada, imagina pintada … Não dá, não. Se passar minha cor preferida, vermelhão, aí fica difícil resistir. Lembra maçã, daquelas bem polidas, acho que argentina até, não sei, sei que dá vontade de morder. Deve ter um sabor, deve se desfazer na boca… Uma boca se desfazendo na outra? – Acho que dá conto. Não é uma bocarra à la Steven Tyler. – Bocarra? Porra, palavra feia. É uma boca Liv Tyler. Personalidades, personalidades… Sei que eu a quero, grudada na minha, num movimento sincronizado, mordiscando de vez em quando, e a língua se perdendo. Acho que quero essa boca em meu pescoço também. – Não, acho não, QUE-RO. Marcando ou sem marcar? Deixa para a hora, mas ela tem um quê de delicada, deve ser mais beijos que chupões. E pode descer pelo corpo, não? As mãos me abrindo a camisa, depois me subindo, enquanto os beijos descem, descem, descem, descem. Essa boca me chupando… Ajoelhada, fazendo de mim um Deus. Olhando para cima como se se redimisse. Caralho – o meu? -, caralho! Será que é assim? Boto um Morphine para tocar, You Look Like Rain, sexy demais. Daí eu não devo aguentar, acho. Sei lá, sei lá. Sei que eu vou fingir controle, pegando pelos cabelos, entrelaçando os dedos, depois, num movimento, um giro, um rabo-de-cavalo. E a trago para um beijo mais molhado, colando-a no meu corpo. Ela sempre foi gostosa assim, sempre. Uma pegada bem firme na bunda que sempre me quebrou o pescoço quando passava por mim. E as pernas? Ah, tipo movimento de tango: correr inteira, deslizar a mão. ISSO, ISSO! Deslizo pela coxa e, só então, pego firme na bunda. Perfeito! Apertar mesmo, sem pudor. Apertão que significa você-é-gostosa-demais-e-quero-te-comer-aqui-agora. Ela vai sacar que quero isso, não só pelo pau duro, não, porque dizem que um pau duro é sincero, mas homem fica de pau duro com balanço do carro se vacilar. Serei um poço de sinceridade dos mais fundos. Talvez eu diga no ouvido: “quero te comer”. Não, não… Estranho: “quero te foder”. Não, não… Não sou eu. Foda-se, foda-te, foda-me, talvez eu não diga nada, e deixe a mão conduzir. É ISSO, É ISSO! E eu mesmo a ponho deitada, e eu a escalo dessa vez, claro. Subo pelas coxas, hum… É, beijando e mais, daí eu a chupo como ela me chupou. Subo, subo, hum… E chupo os peitos, claro, claro. E continuo a beijar-lhe a boca – que boca! Ou será que ela vai me segurar lá embaixo? Tomara também. Quero cãibra na língua, HAHAHA. Mas sei que depois eu a colocarei por cima, porque eu quero vê-la comandando, hum… Posso ficar sentado também, bem junto, bem junto, é. E deixar os olhares se encontrarem – que romântico! Gosto demais, aquela coisa de olhar fundo como se possuísse, enquanto a trago para mim, naquele movimento lá. Como será ela de quatro? Puta que te-me-nos pariu! Nunca pensei! Deve ser foda, FO-DA. Um fodão! Aí eu devo falar no ouvido “fica de quatro”… Não, não. Acho que só vou coloca-la de bruços… É ISSO, É ISSO! Coloco de bruços, corro a mão por ela, uns beijos na nuca e no pescoço – Morphine ainda? Acho que trocaria por Marilyn Manson, aquela versão de Tainted Love tem algo de selvagem -, pego pelo quadril e a ponho na posição. Porra, acho que vou perder uns segundos olhando, ah, vou, como se não acreditasse, certeza. Ela vai me olhar como E AÍ, e eu vou olhá-la como VOCÊ TEM QUE VER ISSO QUE EU TÔ VENDO. Oh, vai ser foda, muito foda! E vou deixar a voz do Manson guiar – é, entrar bem no ritmo, é isso. Batendo contra, apertando, tapas – tapinhas será que ela curte? –, pegando pelo cabelo, hum… Ela deve falar me come, me come, me come, e perder a voz numas sussurradas. E aos poucos a gente vai deitando, deitando, deitando, até que eu esteja por cima, com ela de bruços ainda, e a tomo levemente pelo pescoço. Oh, caralho, oh, caralho! E caímos cansados, suados, certeza, deixando o silêncio falar. Aqueles lábios se abrindo num sorriso de satisfação – espero, espero. Um carinho pós-sexo, o olhar pós-sexo, o cheiro do pós-sexo, a respiração do pós-sexo, o clima pós-sexo. Porra, tudo com ela deve ser melhor, e aquela boca a me beijar no pós-sexo. Que boca, que boca! Porra, ela tá vindo!

– Demorei?

– Imagina! Tava aqui distraído até, pensando. Está linda, só para variar.

– Ah, lindo! Obrigada! E pensando em quê?

– Nada, bobeira… Bobeira.

 

 

Imagem: Reprodução/Angelina Jolie by David LaChapelle

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