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Vivemos em um mundo louco onde a tecnologia tem evoluído em uma velocidade sem precedentes.

Porém o que não muda, ou muda a passos lentos, são os julgamentos. Julgamos o tempo todo o que percebemos como diferente de nós.

Não aceitamos com a mesma facilidade e rapidez que aceitamos um aplicativo novo, novas formas de amar, novos conceitos e pensamentos diferentes sobre relacionamentos.

Embora a Terra já tenha dado tantas voltas e estamos em um novo século, a maioria de nós ainda enxerga relacionamento da mesma forma que nossos avós: não devemos sair de um padrão.

relacionamento tradicional ou do meu jeito?

Relacionamentos tradicionais ou do seu jeito?

Um padrão de relacionamento perfeito ainda existe? Já existiu?

Nós de 30 anos+, somos de uma geração que acredita no conceito de relacionamento baseado em casamento, amor eterno, filhos e casamento perfeito, digno de post diários nas redes sociais.

Quando nosso relacionamento sai desse padrão, nos julgam e nos julgamos a nós próprios. Onde erramos? A questão é que não erramos.

Os relacionamentos nesse padrão é que não funcionam mais.

E agora?

Muitos millennials não pensam em casar e ter filhos. Seus objetivos são outros. Buscam companheiros(as). E que esse companheirismo dure até quando fizer sentido. São relacionamentos mais fluidos, onde o objetivo não é material: construir uma casa, comprar um carro, ter casa na praia etc

Quem precisará de carro, quando temos Uber, transporte compartilhado, etc? Quem precisa de casa na praia quando temos Airbnb?

Não me parece uma má ideia! Por que não ter relacionamentos onde a felicidade seja o grande objetivo?

relacionamento feliz

Onde o amor seja o verdadeiro motivador? E quando o amor acabar, terminar com dignidade e respeito.

Por que ficar infeliz junto a uma pessoa quando não há mais amor, quando nosso companheiro(a) não nos ajuda evoluir?

Quais seriam esses motivos que são mais fortes que o amor? E será que sabemos mesmo o que é amor? Será que ainda vivemos com conceitos de nossos avós?

Ou ainda, será que vivemos em função de julgamentos e likes nas reder sociais?

Julgamento: o grande vilão

Muitos falam que o amor se constrói durante anos de convivência, pautado em uma relação estável e monogâmica, filhos… mas não é isso que vemos ao nosso redor.

Muitos casos extraconjugais, traição, violência doméstica, relações tóxicas, ciúmes doentio, infelicidade. Quantos casais não estão juntos devido ao julgamento e por medo de serem julgados pela sociedade?

Especialmente nós mulheres.

“Mulher divorciada é sinônimo de fracasso. Com filhos então…”

Mais julgamentos!

tanto julgamento

Tanto julgamento…

E tantas formas de amor…

Outra questão que precisa ser sempre falada e lembrada quando falamos de relacionamentos, é a relação homossexual, bissexual, o poliamor e outras tantas formas de amor.

Sãos tantos julgamentos a respeito que valem uma reflexão a parte. Mas quais argumentos podem ser mais fortes que o amor? Qual argumento seria válido para justificar a homofobia?

Não vejo qualquer possibilidade de um argumento válido. E me questiono a necessidade de julgar essas relações. No final do dia, que importância tem em minha vida como fulano ou cicrano se relaciona?

formas de amor

Quem tem o direito de julgar? E o que é certo e o que é errado?

A verdade mais verdadeira de todas!

Errado é não amar, não ser feliz, não ter empatia com o próximo, não acham?

Penso que seria um mundo diferente e muito mais feliz sem julgamentos.

Onde todos tivessem o direito e dever de ser feliz!

Imagem: Unsplash

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